DEVIL MAY CRY 3™

Fala rapaziada, tudo bem com vocês? Bruno aqui retornando com mais uma review cabulosa dos irmão, dessa vez com um jogo que eu já tava pra jogar faz muito tempo, esse sendo Devil May Cry 3 de PS2! Então sem enrolação vamo já pular logo pra essa porra.




Enredo + um pouco da gameplay:

O jogo começa com uma narração, nos perguntando se conhecemos a lenda do "lendário cavaleiro negro, Sparda", e que ele era um demônio do qual traiu a sua própria espécie em prol da humanidade, fechando a passagem entre o nosso mundo e o submundo (inferno, diga-se de passagem). Nisso que ele fechou essa porta ele acabou se trancando junto ao submundo, justamente por ser um demônio, mas não antes de meter forte numa mulher humana e fazer duas cria, chamadas de Dante e Vergil. Enquanto a vagabunda vai explicando essa merda, a gente vai vendo uma luta ocorrendo ao fundo, na chuva, entre dois homens, um com vestindo vermelho, e o outro, azul. Esses são os filhos de Sparda, que por algum motivo, há muitos e muitos anos sempre tretavam entre si, lutando pra caralho e caindo na porrada um com o outro. Parecia que eles tinham uma fixação nessa rivalidade entre irmãos, e olha sendo sincero essa luta é rápida mas é muito foda, e já podemos ter uma noçãozinha do quão foda é o Vergil já por esse começo. Uma das coisas que mais me marcou quando eu vi essa cutscene pela primeira vez foi o Vergil jogando o cabelo pra trás, muito foda.


Nisso, a batalha entre os dois chega em um final quando o Vergil desarma o Dante e passa sua katana entre ele, fazendo o Dante cair no chão. Vergil pega a espada do Dante, e avança contra ele, nessa hora a tela fica preta e somos levados pra um tipo de escritório, onde o Dante trabalha no seu negócio próprio que a gente já conhece, caçar demônios, e ele acaba sendo visitado por um ser estranho misterioso do qual fala um monte de merda que sendo sincero eu nem me lembro sobre o que porra era e desaparece. Dante fica meio suspeito mas deixa isso de lado e pega uma pizzona pra comer, quando é visitado por umas criaturas cabulosas. Vale a pena citar que essa cutscene é uma das melhores introduções que eu vi pro personagem do Dante, e eu joguei o DMC 5, 1 e 2, e também contando o reboot DmC, e nenhum desses ao meu ver teve uma introdução tão foda pro Dante como DMC 3. Ele é moleque pra caralho, ele faz piada pra porra, tem um estilo muito foda, todo despojado e relaxado sempre, nunca realmente demonstrando raiva, incômodo ou alguma sensação parecida tlg, ele é muito swag. 


Os monstros aparecem já enfiando um MONTE de foice no Dante, mas como o cara é absoluto swag ele só quer que se foda, ele mal demonstra sentir dor, ele só sai caminhando com as foice presa nele e inclusive sai arrastando um dos bicho junto, porque ele tava segurando na foice ainda quando o Dante saiu andando, e o alívio cômico que esse jogo tem é muito bom, sério, o timing desses momentos é sempre perfeito, nunca tira a seriedade da cena em questão. Ele começa a meter o sarrafo absurdo nos bicho, usa o cenário em volta pra atacar as criaturas, uns bagulho como as cadeiras, mesas e até a porra de uma bola de BILHAR ele usa pra atacar. E na hora de começar a luta, lógico que não pode faltar uma musiquinha, então o Dante aperta na musicbox pra começar um rockzão cabuloso, só que nada começa, e mais uma vez a comédia de DMC 3 se prova muito inteligente nos timings, porque o Dante aperta mais umas 5 vezes a porra do botão pra começar a música, e nada, aí ele mete uma porrada na musicbox e aí sim o rock absurdo inicia, e é muito épico. Não são momentos que vão te fazer gargalhar mas ainda vão te fazer soltar aquele ar pelo nariz tlg, dar aquele hahazinho maneiro.


O jogo em si começa, e mano, o combate de DMC 3 é sensacional, sério. Os controles são um pouco confusos de pegar no começo, já que alguns botões são meio que trocados tlg, triângulo ataca, bolinha usa a Ebony e Ivory, bolinha interage com o cenário e executa alguns ataques específicos, e X pula, o que é o padrão. O combate desse game é satisfatório de mais, dá pra fazer uns combos absurdos, quanto mais você ataca mais você descobre sobre combos e ataques específicos que tu pode fazer. É um bagulho que existe desde o primeiro jogo e sempre funcionou muito bem. Também vale citar que o jogo tem uma mecânica de estilos de luta, basicamente você tem uns 4 estilos de luta pra escolher pro Dante. 


Alguns desses modos são o "Swordmaster", em que você tem um foco maior com ataques de espada e, em geral, armas de corpo a corpo, o que te faz dar mais dano com essas armas e desbloqueia uns ataques específicos desse estilo; "Trickster", que tem mais foco nas esquivas do Dante e a mobilidade em um geral; "Gunslinger", que foca nas armas de tiro em geral, como a Ebony e Ivory, Shotgun e etc, desbloqueando também mais ataques pra elas, e, por último, "Royalguard", que basicamente dá um foco maior na defesa do Dante, fazendo os inimigos darem menos dano em geral, o que, nas palavras do próprio jogo, dá pro jogador uma possibilidade de agir mais estrategicamente. Eu nem preciso dizer o quanto eu gostei de todos esses estilos, por mais que até o momento dessa review estar sendo escrita eu não testei todos, fiquei apenas no "Swordmaster", porém ainda ter essas opções é algo muito foda, são formas diferentes de jogar o mesmo jogo e é um capricho muito foda que o time de desenvolvimento teve, ao meu ver, porque eles tiveram que fazer mais animações pros estilos diferentes, novos ataques e entre outras fitas que só existem por causa desses estilos. Depois de destruir geral na porrada, o Dante sai do seu escritório, ou melhor dizendo, antigo escritório porque essa porra foi destruída por esses bicho arrombado, ele se dá de cara com mais umas criaturas e já se prepara pra cair na porrada. Ele desce o sarrafo nesses otário e, do nada, chega um boss, que é um esqueleto enorme também carregando uma foice como os outros, só que bem mais forte. Esse boss tem uma voz que sempre me deu um calafrio tlg, ele dá um grito e uma risada que, sei lá não sei explicar direito, só acho muito cabuloso, é uma boss fight fácil mas uma ótima introdução pras lutas contra bosses em geral, e é um bicho marcante.


Depois da luta, a criatura foge pra não continuar sendo molestada pelo Dante, e uma torre gigantesca só aparece do nada em uma parte da cidade. Nessa torre tem uma pessoa especial pro Dante, o seu irmão, Vergil, que tá fechado com aquele cara que visitou o Dante uns momentos antes de toda essa merda começar a rolar. Dante na hora já saca que o irmão tá envolvido nisso, e fica interessado em ver onde que isso vai acabar.


Essa cena eu acho muito foda, é uma cutscene do Vergil trocando ideia com aquela figura misteriosa, eles conversam e a figura confirma pra ele que o Dante tem um amuleto específico. Esse amuleto foi dado pros dois pela mãe deles, e, de acordo com o Vergil, tem um poder absurdo, só que o Dante não faz ideia disso. O esqueleto chefe fugiu pra essa torre, e começa a se aproximar do Vergil rindo e fazendo uns barulho estranhão, até que o Vergil numa FARMAÇÃO DE AURA ABSURDA simplesmente tira a katana da sua bainha e coloca ela de volta em menos de 1 segundo, fatiando o esqueleto no meio. Surreal.

Depois disso, o Dante segue o caminho matando uns inimigos, e a gente chega em uma das várias lojas do jogo. As lojas são essas estátuas muito fodas, e não são só lojas, mas também são um local que a gente pode aprimorar as nossas armas, desbloquear novas habilidades e comprar itens usando os orbes vermelhos, como estrela de cura, vidas e entre outras fita. Como assim "vida"? Bem, é foda paizão, basicamente esse DMC (e mais uns outros, como o 1° e o 2°) usam um sistema de vidas muito arrombado. Você por padrão tem uns 3 orbes dourados, que são as suas vidas, e se elas acabam você toma um game over e precisa recomeçar a fase do início, independente da onde você tava na fase. No começo isso em si não é um problema, mas DMC em geral, todos os jogos, são naturalmente difíceis que só o caralho em umas partes, então eu particularmente sofri que só a porra nessa questão dos game overs porque eu não sei vocês, mas eu não sou o cara mais habilidoso em DMC do planeta, então eu fui molestado diversas vezes ao decorrer do jogo e tive que recomeçar uma fase várias vezes, isso é chato pra caralho. O que também fode é que, você pode comprar mais orbes dourados, porém o preço das coisas na loja AUMENTA SEMPRE que você compra o item em específico, então supondo que você compra um orbe dourado, o valor dele vai aumentar mais e mais conforme você vai comprando, e uma hora tu só não vai ter os orbes vermelhos necessários pra comprar o bagulho, então você precisa sempre ter um jogo de cintura com o que tu vai comprar, ir sabendo administrar bem os seus itens. Dante então entra no castelo que o Vergil tava, depois de ter visto o esqueleto arrombado cair do céu.


A entrada do castelo em si tá bloqueada por muito, MUITO gelo, e somos então confrontados por um tipo de cerberus de gelo absurdo, do qual zomba do Dante achando que ele é só mais um humano comum. O Dante na sua farmação de aura padrão fala que o cachorro é um cu de engolir pica e chama pra trocação sincera de 5 minutos com perca de amizade. Essa boss fight em si é simples mas é divertida. O Cerberus vai ficar conjurando umas estalactites grossas pra caralho vira e mexe, que caem em cima de ti, é só ficar correndo e rezar pra Deus pra que essas porra não te pegue, e vira e mexe o Cerberus vai avançar em cima de ti com as patas ou tentando morder, pra esquivar também é fácil, é só manter a distância. As vezes ele também vai soltar um gelo absurdo pela boca que te congela e dá um dano do caraio, mas é fácil de esquivar disso também. Por padrão esse boss vai ficar congelando o próprio corpo pra criar meio que uma armadura de gelo nele mesmo tlg, e nisso você só precisa ficar spammando com a Ebony e Ivory nele até retirar esse escudo, a melhor forma de seguir é focar em tirar no escudo da cabeça e meter ataque sem parar nele com a espada, aí a vida desse arrombado vai caindo rapidão. Enfim eu me alonguei pra caralho e fui falando um monte, mais do que eu deveria sobre essa parte do enredo, mas é basicamente isso: Dante quer saber o que tá rolando e aproveita pra encontrar o Vergil e cair na porrada com ele. Eu gostei muito da história, infelizmente DMC sofre daquela síndrome arrombada de história que não segue a ordem de lançamento, ou seja, DMC 3 é o primeiro jogo na história, o primeiro que as coisas acontecem, o DMC 2 é o 2° e o DMC 1 é o 3°, aí acho que do DMC 4 pra frente eles já deixam a história seguindo a ordem de lançamento então facilita pra poder entender.


Gráficos:

Graficamente esse DMC me agradou muito, as expressões faciais são muito bem feitas, especialmente as do Dante, e tem um personagem em específico que o Dante conhece depois de um tempo chamado The Jester (acho que é esse o nome, ele é um bobo da corte), e cara, que filho da puta carismático do caralho velho, ele tem expressões faciais muito boas, o primeiro encontro dele com o Dante é super engraçado, ele é um imbecil da porra e eu adoro ele. O design dos personagens também me agradou de mais, o Dante e o Vergil tem designs muito fodas que contrastam um com o outro, já dá pra ver pela cor das roupas deles, com o Dante usando primordialmente vermelho e o Vergil usando azul, até nos detalhes mais pequenos como a porra do cabelo. Dante tem um cabelo mais liso e caído, Vergil também tem um cabelo mais liso mas todo jogado pra trás, e os dois são bonitos de mais, até nas espadas eles contrastam muito, com a Rebellion do Dante sendo enorme e não tendo uma bainha por exemplo, ele guarda essa porra nas costas, e o Vergil tendo a Yamato, uma Katana mais fina guardada em uma bainha. Gostei muito também do design dos inimigos, como sempre a CAPCOM sendo criativa pros inimigos de DMC, sem contar que o design do devil trigger é MUITO foda irmão, sério, muito foda mesmo. Os cenários são sensacionais, todos dark com uma ambientação muito boa, e quero dar um destaque pro Leviatã. Tem uma hora que nós entramos em um Leviatã que tava sobrevoando a torre há um bom tempo, e antes de eu comentar sobre isso eu queria falar sobre como porras a gente foi parar dentro do Leviatã. Rolou um monte de fita e a gente precisou descer da torre, então o Dante no estilo mais Dante possível começa a correr pra caralho descendo a torre, uns bichos começam a avançar nele e ele vai matando geral, tem uma hora que que ele pega a Rebellion e joga, a espada finca em TRÊS bichos de uma vez, o Dante dá um tiro e a bala bate no cabo da Rebellion, isso faz ela ATRAVESSAR eles e começar a ficar vermelha pela velocidade que ela tava descendo, aí o Dante começa a correr mais rápido e a mão dele fica vermelha também tentando pegar a Rebellion, aí ele pega a porra da Rebellion e PULA irmão, num estilo absurdo e é engolido pela porra do Leviatã. Sério não tinha indícios que esse Leviatã tava por perto, ele só spawnou e engoliu o Dante. Eu fiquei de cara quando eu vi isso porque eu genuinamente não esperava que isso fosse acontecer, é sério, foi surpreendente pra caralho e toda essa cena foi absurdamente épica. A fase do Leviatã é breve mas foi marcante pra mim, especialmente por ter sido nojenta que só a porra. Nós, por termos sido engolidos pelo Leviatã, passamos pelas entranhas desse fela da puta, caindo na porrada com uns bichos que são spawnados lá, e todo o cenário é carnudo cheio de entranhas, um tipo de suco gástrico horrendo, cara é bem nojentinho mas eu ainda achei um cenário sensacional, e a boss fight dessa fase é bem foda. Basicamente a gente cai na porrada com o coração do Leviatã, tendo mais outros dois bagulhos de carne estranhos ao lado dele. Temos que meter porrada em um desses bagulhos de carne até a vida disso chegar no fim, fazendo o coração do meio ficar exposto pra tomar porrada. Vai repetindo esse processo várias vezes até acabar, só que essa luta é difícinha justamente porque: 1- tem inimigos spawnando toda a hora; 2- um dos corações fica sugando todos os orbes vermelhos e verdes, drenando a vida desse coração você consegue os orbes de volta mas ainda assim atrapalha; 3- um dos corações fica sugando o seu devil trigger, que caso tu não saiba o que é (o que eu duvido muito) é como se fosse uma transformação temporária que deixa o Dante mais forte e rápido. E por último mas não menos importante, a porra do coração do meio fica lançando 3 projéteis roxos que dão um dano do caralho, e lasers vermelhos que vão de um lado pro outro, esses também dão um dano absurdo. A estratégia que me fez passar desse boss foi basicamente usar os ataques do coração do meio contra os inimigos que spawnavam, já que esses ataques eram insta-kill pros bicho e muitas vezes eles davam orbes verdes quando morriam pelos ataques do coração, e aí era só focar em drenar a vida de um dos corações pra focar no principal e repetir isso até acabar. No começo deu trabalho mas depois de pouco tempo deu pra passar da boss fight suave.

Soundtrack:

A OST de DMC 3 é SURREAL. Um rockzão filho da puta absurdo, fazendo o combate ficar muito mais épico e foda, existem músicas e músicas pra você colocar em uma cena de combate né, lógico que nem todos os gêneros de música combinam mas irmão, ROCK é SEMPRE algo que VAI COMBINAR com combate! Pode ser em jogo FPS, ou hack 'n slash, tanto faz foda-se, se tem combate então coloca um rock que vai ficar muito foda e esse é o caso de DMC 3, e isso se aplica pro primeiro também (eu realmente preciso rejogar o primeiro pra poder escrever sobre ele aqui). As vozes do Dante e do Vergil tão sensacionais, o Dante com aquele tom de moleque dele, nunca levando nada a sério e o Vergil sempre sendo locked in, o cara nunca sorri pra nada, nunca esboça uma emoção direito, é assustador o quão diferentes eles são um do outro, especialmente por serem irmãos. A dublagem do Jester também achei muito foda, tudo nesse personagem me agradou e a voz dele ficou muito boa pro personagem.

Gameplay:

Mesmo que eu tenha falado um pouco sobre a gameplay do jogo enquanto comentava sobre o enredo, ainda tem mais coisa pra falar da gameplay. O Dante, seguindo o pique do 1° jogo e suponho que do 2°, tem um arsenal de armas diferentes pra serem usadas (digo suponho pro 2° jogo porque não cheguei a jogar ele por muito tempo, eu quitei nas primeiras duas horas porque não deu, algum dia eu me forço a jogar aquela merda). Algumas delas são a espada padrão, se eu não me engano a espada do Dante muda de jogo pra jogo, e no caso desse DMC ele tá com a Rebellion, uma puta espadona foda e style, a gente começa com ela e ao decorrer do game vamos conseguindo armas novas, como por exemplo a Cerberus, que é um nunchaku feito de gelo, e ela tem esse nome porque é literalmente o Cerberus que derrotamos na entrada do castelo, e temos a Agni e Rudra, que são duas espadas serradas muito fodas, uma que controla o elemento de fogo e outra o elemento do vento, são fortes pra caralho que nem a Cerberus e são muito estilosas. Também tem a Nevan, um tipo de guitarra da qual quando tocada libera projéteis de energia e uns morcegos sedentos por sangue. Ela é meio lenta pra controlar e eu não consegui me adaptar bem aos ataques dela, nem mesmo com uns upgrades que eu tinha feito, então infelizmente só deixei ela de lado e fiquei mais na Agni e Rudra mesmo, mas ela ainda é uma arma muito style. Mais pro fim do jogo a gente consegue a Beowulf, que são umas botas e luvas metálicas muito swag, tem um movimento meio lentinho mas ainda compensam pela força e pelo quão foda elas são de usar. Já no departamento das armas de fogo, temos a Ebony e Ivory, as padrões do Dante que sempre acompanham ele em todos os jogos, como também temos a Shotgun de cano serrado, desde o primeiro jogo sendo muito útil pra dano mais próximo (como qualquer escopeta também né caralh). Também temos a Artemis, que é basicamente um laser demoníaco que pode ir pra cima de vários alvos ao mesmo tempo, ela é forte mesmo sendo um pouco lenta, só que eu ainda prefiro a Ebony e Ivory ou até mesmo a Shotgun no lugar dela. Vale a pena citar o Rifle, que não é só um Rifle mas é um PUTA TANQUE DE GUERRA em formato de Rifle. Ele dá uns disparos fortes mas lentos, é muito mais útil quando tá uppado até o final, só que né, pela velocidade dela vale mais a pena se manter nas pistolas ou na shotgun mesmo. Um dos maiores problemas que eu tive com esse jogo foi a PORRA da câmera, cara. Como ela é uma câmera fixa que vai mudando enquanto você avança, ela para em uns ângulos muito arrombados do nada, ela as vezes bloqueia a sua visão pra uma passagem por exemplo, ou ela fica tão mas tão longe que eu só não conseguia enxergar direito onde eu tava indo. Tinham momentos em boss fights que a câmera simplesmente se recusava a virar e o boss tava fora da visão da câmera, então eu meio que não conseguia ver o boss, o que ele iria fazer e ficava só atirando com as pistolas rezando pra Deus pra que o chefe não fosse dar um ataque forte. Esses problemas com a câmera infelizmente acabam sendo recorrentes, não ao nível de ser insuportável, mas ao nível de dar uma trollada e as vezes até foder a tua play. Se eu não me engano isso é uma treta que existe desde o primeiro DMC e a arrombada da CAPCOM nunca chegou a arrumar essa merda pra esses 3 primeiros jogos. As boss fights num geral são difíceis, especialmente um pouco mais pra frente a situação vai ficando treta real, um bom exemplo é o boss Beowulf, vai tomar no CU esse boss. Ele tem um ataque corpo a corpo que dá um dano do caralho, seguido de um chute no chão que pega em área. Se você vai pra trás ele, ele da um ataque com o cotovelo que também pega em área, e tudo isso dá um dano insuportável. Até aí tudo bem, mas uma hora ele vai ficar muito puto e vai meio que se transformar, ficando com umas seis asas de anjo e um olho vermelho piscando. Nessa hora, fodeu. Ele começa a dar investidas em quatro patas, e sim isso dá um dano do caralho, e ele ainda PULA em cima do Dante depois da investida pra dificultar mais ainda você passar disso ileso. Esse merda também começa a dar chutes no chão, fazendo umas gaiolas gigantes caírem e chutando elas pra cima de ti, é fácil de desviar mas ainda é chato, e ele sempre dá a maldita investida logo em seguida. Sério foi uma treta passar dele, tanto que esse foi o primeiro Boss que eu realmente senti necessidade de usar o Orbe Dourado, os outros anteriores eu consegui passar dando retry sem usar o Orbe, mas o Beowulf não deu pra tankar, que filho da puta insuportável. Ah, e meio fora do assunto mas ainda nele, sabe outra coisa que eu acho sensacional no Vergil? É como ele simplesmente MOLESTOU o Beowulf. Sério, o Beowulf encontrou ele, e não durou 5 segundos, o Vergil triturou a cabeça dele, pegou a Devil Arm do Beowulf e CORTOU O CORPO DELE AO MEIO. AO. MEIO. UM BICHO QUE DEU UM TRABALHO DA PORRA PRA VENCER E NEM MATAR ELE O DANTE MATOU. Cara, o Vergil é coisa de outro mundo (literalmente), puta que pariu.

Considerações finais:

Devil May Cry 3 é o jogo que salvou a franquia, e não tem mistério quanto ao porquê disso, jogo extremamente divertido do começo até o fim, graficamente muito bonito pra época e, falando como alguém que só jogou o primeiro, o salto gráfico desse pro 1° é absurdo, os modelos em geral tão muito mais bonitos, os cenários, os designs dos personagens tão muito fodas, até o cabelo do Dante tá mais bonito nesse do que no primeiro, pra tu ter uma noção do quão foda foi o avanço gráfico. O combate é muito divertido, igual ao primeiro, cheio de combos e armas diferentes e por mais que a câmera vira e mexe trolle, não é um ponto negativo muito forte. Soundtrack como sempre impecável, uns rockzão absurdo muito fodas e a dublagem é muito boa, a voz do Vergil é orgásmica viado. História maneira, primeira vez se eu não me engano que a gente vê o Vergil mesmo em toda a sua glória, sem ser uma marionete do Mundus como foi no primeiro, os personagens em geral como o Arkham e a filha dele lá que eu não lembro o nome não me interessaram, pra mim as estrelas foram o Dante, Vergil e o Jester, esses foram muito fodas e o Jester foi um poço de carisma do começo ao fim.

Nota: 9.5/10 (só não dou 10 por causa da câmera porque realmente estressou em vários momentos)

Muito obrigado por ler até aqui, tmj <3

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