SAINT SEIYA: THE HADES™

Eae família! Tudo suave? Bruno aqui com mais uma review cabulosa dos irmão, e o jogo da vez é um que particularmente fez parte da minha infancia pra caralho, e da do meu irmão também. SAINT SEIYA: THE HADES™ lançado pra PS2 lá pros anos 2000 e lá vai bola




O game se passa no universo de CDZ como o nome já dá a entender KK e nele a gente tem a história quase completa da saga de HADES, uma das sagas mais fodas de todo o anime, que introduziu muito personagem foda e rendeu muito momento épico, sem contar que por ter sido feita anos depois da saga do Santuário o desenho em si é 30 vezes mais bonito comparado à anterior. O game começa com uma história contada via fotos, e eles fazem isso bastante ao decorrer da história, muita parte dos acontecimentos do anime é contado via fotos + a narração explicando o que tava rolando.





Mas por mais que isso pareça paia, o game não é todo contado dessa forma. Muitas vezes tem cutscenes animadas de verdade, com os personagens modelados em 3D interagindo, e irmão os modelos de todos os personagens são absurdos de bom. Todos são muito lindos, tanto que eu fiquei refletindo sobre a minha masculinidade depois de ver alguns dos personagens, porque pqp os cara fizeram questão de fazer todos eles serem lindos cara, só não senti muito essa beleza transparecer no Rhadamantys por causa daquele capacete enorme da porra dele.







Nisso o game começa meio que do mesmo jeito que o anime, com o Mu, o cavaleiro de ouro de Aries estando sozinho em um santuário e sendo confrontado do nada por 2 presenças malignas, que se mostraram ser os seus antigos colegas que foram mortos na saga do Santuário: Afrodite de Peixes e Máscara da Morte.
Depois da cutscene acabar a gente vai pra primeira luta, que é o Mu contra o MDM, e nossa como foi bom revisitar esse combate depois de anos. Basicamente cada personagem tem o seu moveset, desde as animações de ataque até os efeitos especiais dos ataques, eu gostei disso. Também cada personagem tem uma quantidade de ataques especiais que pode usar no meio da batalha. Esses ataques, como era pra ser né, variam de personagem pra personagem. As do Mu por exemplo variam da Parede de Cristal até a Demolição Estrelar, que são ataques que eu adoro por sinal. É sempre uma satisfação pra mim conseguir fazer o ataque pegar certinho no inimigo até o final e as animações de cada ataque são muito bem feitas, eu realmente sentia a emoção da batalha e toda aquela animação que eu tinha quando via o anime jogando esse jogo. Depois de derrotar eles dois o jogo vai seguindo nesse ritmo, lutas do anime que vamos jogando, as vezes com os personagens que ganhavam mesmo no anime, as vezes com os que perdiam, e cutscenes depois de algumas batalhas. O que mais me deixou triste em Saint Seiya: The Hades é que o jogo NÃO TEM um final. Você vai seguindo até começar a jogar com o Ikki, em que ele enfrenta uns menó lá muito foda do submundo, e aí é revelado que o Shun é a reencarnação do Hades, e quando isso rola a tela escurece e os créditos começam a tocar, a última batalha mesmo do jogo, da história, é numa parede que dava passagem pra um mundo maluco lá, acho que ali eles tinham acesso pra encontrar com o Hades? Eu realmente não me lembro mas era algo assim irmão, e o jogo meio que acaba aí, sempre foi frustrante pra mim o final do game ser assim, uma pena que eles não seguiram até o final da saga porque seria sensacional, fazer o que né.

Também tem uma mecânica muito foda de que você consegue carregar o seu cosmos no meio da batalha, e quando tu carrega ele até um certo nível, dá pra executar um de 3 ataques especiais, que são chamados de Big Bang Attack, um mais forte que o outro. Esses ataques também seguem os ataques do anime, e sempre acontecem por meio de uma cutscene. O primeiro que é o mais fraco o personagem meio que dá uma investida com a mão, tem um curto alcance mais acontece mais rápido, faz ser mais fácil de pegar o adversário, o segundo mais forte o personagem meio que joga os braços pros lados como se fosse uma explosão tlg, esse é mais complicadinho de pegar e não acho que vale tanto a pena o esforço porque não é um ataque tão forte também. O ataque MAIS FORTE é da investida com o corpo inteiro, normalmente esse é tipo o Ultimate do personagem tlg? O ataque mais forte do personagem no anime, vai ser esse da investida no jogo. 

O ataque mais fraco

O segundo ataque mais fraco

O ataque mais forte

Cometa de Pegasus, o ataque mais forte do Seiya


Ainda nessa vibe dos poderes, sempre tem um momento durante essas cutscenes que um botão aleatório vai aparecer na tela, como o quadrado, bolinha e etc. Se o player ou o bot apertar o botão que aparecer antes dele sumir, a cutscene pausa e os dois personagens são levados pra um tipo de clash de poder. Quem conseguiu fazer o big bang attack tem que apertar o ▢, X, O e △ o mais rápido possível, enquanto o adversário tenta apertar vários botões que vão aparecendo sozinhos antes de eles cruzarem uma linha. Se o adversário erra ou deixa um dos botões passar, ele perde o clash. Se quem conseguiu fazer o ataque não consegue fazer o adversário perder antes do tempo acabar, o adversário vence o clash e contra ataca com um big bang attack também.

Rapaziada perdão a foto ficou uma merda KKKKK


A OST desse jogo é um bagulho de outro mundo velho, é sério mesmo. A OST é incrível, as músicas são absurdamente épicas, cada música carrega um peso pra mim que não tem como explicar cara, é sério mesmo. Destaque enorme pra música que toca no submundo em si, na parte em que o céu é mais rosa e cabuloso, a musica dali é MUITO do caralho. Cara não tem como utilizar palavras pra descrever o quanto essa OST é incrível, é sério.

Saint Seiya: The Hades foi um jogo que fez muito parte da minha vida, de um jeito que eu não consigo nem explicar. Os gráficos lindos e os modelos dos personagens super bem feitos, a OST muito marcante, o combate ótimo com poderes e animações fiéis ao anime, sem contar os extras que o jogo te possibilita desbloquear, como as armaduras de ouro pro Seiya, Shiryu e Hyoga, cara  T  U  D  O  nesse jogo é maravilhoso. Foi muito bom revisitar ele, estar de volta nesse mundo de CDZ que eu não visitava há tantos anos, e logo mais vou tentar rever o anime inteiro (pelo menos até a saga de Hades né) e mergulhar na nostalgia fodida que eu vou sentir.

Nota: 9/10

Obrigado por ler até aqui ❤

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