SLENDER: THE ARRIVAL™

Faaaala rapaziada, tudo sussa? Depois de muito muito muito tempo to aqui de volta trazendo mais uma reviewzinha naquele pique muito pica kkkkk ai pfv alguem me mata


Cês já ouviram falar do Slender? É lógico que sim, cês viveram essa época assim como eu vivi. A época das glamorosas Creepypastas: Slender, Jeff The Killer, Eyeless Jack, Abandoned By Disney, Ben Drowned e mais uma caralhada de outras que sem dúvida tiraram o sono de muita criança burra, eu sei disso porque eu fui uma delas. O Slender em específico foi um dos mais marcantes de todos, porque ele que foi o starting point pra toodo esse enxame de creepypastas, que já existiam, deixando claro, mas acabaram se proliferando muuuito mais depois da chegada do Slendy. Não só isso mas também com o jogo dele, "Slender, The Eight Pages", sendo inspirado no ARG Marble Hornets, também inspirado no Slender. O jogo deu início a era de ouro de não só as gameplays do YouTube, mas também dando inspiração pra muito desenvolvedor indie começar a tentar algo. E saíram incontáveis fan-games do Slender: Slender Space por exemplo, em que o Slender literalmente tá no espaço, Slender Prison, onde o Slender aparece numa prisão pra matar quem quer que esteja lá... pois é, criativo pra caralho, eu sei. Mas teve um jogo em específico do Palmito de Terno que se destaca de mais entre os outros, sendo um jogo muito mais bem trabalhado em questão de história, com uma gameplay simples mas divertida e ambientação muito foda. Um jogo do Slender que aprofundou um pouco mais na lore do monstro bizonho, tô falando de Slender: The Arrival. Um jogo que fora da promoção na PSN tá uns 100R$. Pica pra caralho.





A gente assume o papel de Lauren, uma menina que tá buscando pela sua amiga desaparecida, Kate Hayes, da qual havia perdido a sua mãe recentemente e estava prestes a vender a casa, então Lauren quis visitar pra ajudar. Chegando na casa da Kate por meio do nosso carro, entramos na casa e vemos que tá tudo uma putaria, rabiscos na parede mostrando uma figura humanoide estranha, que parece estar usando um terno, com escrituras desesperadas falando um monte de parada estranha e sem sentido. A gente vasculha a casa da Kate, apenas pra escutarmos um grito muito alto na distância, além da casa. Saímos e decidimos investigar, já que pode ser a Kate.


                               
                              Casa da Kate




Dentro da casa da Kate 



 
Rabiscos bizonhos



Chegando na floresta, a gente começa a perceber que tem algo muito sussy quando na distância, começamos a ver uma silhueta enorme observando a gente... ou na verdade pode ser só uma árvore... se pá... mas enfim, não interessa, já que fazendo um caminho seguido por luzes, chegamos à uma sessão isolada da floresta, longe de qualquer tipo de civilização. Andando a gente acaba se deparando com uma página cheia de rabiscos e coisas sem sentido, e quando a gente menos espera... nós descobrimos que aquela """árvore""" não era uma árvore, e sim uma criatura alta, de braços muito largos, usando um terno preto, pálido como a neve, com seu rosto tendo uma fisionomia humana, mas sem olhos, nariz, boca ou orelhas. Esse, é o Slender-Man, uma criatura que só pleiteia o caos, matando e usando tudo e todos que tiver alcance. 



Olha que filha da puta



Esse momento da gameplay lembra pra caralho do The Eight Pages, que nesse caso foi o primeiro jogo do Slendy, aquele que eu citei no começo. Passando dessa sessão, muito tensa por causa da ambientação boa pra caralho, com os barulhos de galhos quebrando, batidas fortes de fundo e peripécias do Slender pra brincar com a sua mente aumentando cada vez mais à medida que você pega cada página, nós quase somos pegos pelo monstro, mas conseguimos correr numa fuga frenética pra caralho, que no fim, faz com que a gente desmaie... Ok? Eu acho. No outro dia, o céu nublado de um sol recém-nascendo nos cumprimenta. Só queria comentar o quão lindo é esse jogo em geral, a parte gráfica foi muito elogiada por várias pessoas e não é à toa isso, papo reto. Ele tem uma capacidade gráfica que pra 2013 ainda por cima, era muito fera, principalmente vindo de um jogo indie. O game já tem uma ambientação foda de noite, que dá um medo do caraio, e de dia tem esse contraste, como se tudo fosse muito mais seguro e calmo de dia, e a gente pode ter aquela paz e segurança que a gente tanto quer... mas é lógico que isso não dura por muito tempo, claro que não. Logo depois de acordar, a gente vai caminhando pelos campos floridos, até encontrarmos uma velha mina abandonada, da qual na entrada tem uns papéis que revelam mais sobre a lore do jogo e da cidade em si. Esses papéis tão espalhados pelo jogo, cabe á você encontrar eles em todos os locais que tu passa pra poder tentar entender mais da história do jogo... ou sei lá só vê um vídeo ou lê na wiki, foda-se. Entrando nessa mina, a gente chega em uma das partes mais ARROMBADAS desse jogo... os geradores.





Eu sei que a imagem tá feia pra porra para de me julgar pfv



As minas enfadonhas





Onde essa sessão desgraçada começa




Entrando mais à fundo na mina, a gente liga o primeiro gerador e descobrimos que, pra sairmos da mina, que dá acesso à torre de rádio, um dos nossos objetivos principais já que todas as pistas indicam que a Kate foi parar lá, a gente precisa de energia pra ligar uma plataforma que vai nos levar até a saída mais próxima da torre, e pra termos essa energia, vamos precisar ligar mais 5 geradores, dos quais se encontram filha da putamente espalhados por aí. Continuamos a nossa procura pelos outros geradores, e vai um aqui, outro ali, só que não demora muito pra gente perceber o óbvio... a gente não tá sozinho. Não só temos o Slender atrás da gente, como também temos outra fofura amigável correndo atrás de nós, procurando amassar a gente na porrada, e pior que não é nem meme isso que eu tô falando essa porra realmente te mete socos. Essa, seja lá o que foi essa porra antes, é uma das vítimas do Slender. Lembra que antes eu tinha dito que o Slender podia não só matar mas usar as pessoas? Ele pode controlar elas, torná-las suas escravas e usar elas pra praticamente o que caralhos ele quiser... os artistas de R34 se esbaldariam nessa informação... se bem que... deixa quieto.



Olha que coisinha mais linda desgraçada fdp



Depois de morrer várias e várias vezes pra essa filha duma cadela do caralho a gente finalmente consegue sair dessas minas bizonhas, chegando à superfície mais uma vez. Explorando a área, a gente pode encontrar uma nota de um cara chamado CR, que conhece a Kate, dizendo que encontrou ela na parte de trás da casa dela, desmaiada com uma câmera quebrada e anotações estranhas espalhadas ao redor dela. Ele levou ela pro hospital e deixou essa carta pra Kate. Não só podemos encontrar essa nota, como também um ursinho de pelúcia jogado em uma árvore, que ao interagirmos com ele, nos leva pra um flashback, uma visão de uma criança chamada Charlie. Nessa visão, vemos que o garoto tava brincando tranquilamente na praia, perto dos seus pais, mas que acabou tendo a atenção chamada por uns objetos brilhantes. Charlie começa a ir atrás desses objetos e pega um atrás do outro, até que de repente, ele se perde. A gente consegue escutar os pais do Charlie gritando por ele, chamando preocupados, e dá pra sentir o desespero deles na voz, sem contar na criança, que começa a chorar com muito medo por ter se perdido dos pais. A gente vai até onde o som da voz deles tá vindo, mas não tem saída, e quando a gente se dá conta, somos cegados enquanto gritamos desesperados. Esse flashback inteiro foi muito bizarro pra mim. Se pá tem relação com a realidade dessa fita, uma criança pode muito bem se perder dos pais se eles derem mole, já que os moleques são muito exploradores e pela inocência, pra eles se perderem é dois segundos. Eu nem preciso dizer que o Charlie foi pego pelo Slender, não é? Não só a cena fica bizarra por vermos o Slender fazer uma vítima criança, o que é de se esperar dele, já que ele começou assim mesmo, com fotos da entidade observando crianças, mas também por aquele fato da realidade dessa parada. Pra um maldito se aproveitar de uma criança andando sozinha e claramente desesperada com medo por aí, seja oferecendo uma "carona pra casa" ou só pegando o mlk sem mais nem menos e levando embora é ENORME. Assustador pensar que isso pode estar acontecendo agora mesmo até, só consigo imaginar o desespero dos pais não só do Charlie, mas de todos aqueles que acabaram perdendo os filhos nessas situações. 



Urso de pelúcia com "Charlie" escrito na barriga




Charlie e seus brinquedos




Charlie sendo cegado pelos tentáculos do Slender com seus pais chamando ele desesperados



Andando pela floresta, depois de uma longuinha caminhada em que passamos por uma caverna cheia de escrituras, encontramos uma construção pequena, da qual tem um toca-fitas com duas fitas ao lado. Na mesa, uma nota deixada novamente pelo CR, do qual diz que descobriu uma fazenda em que o pai de Charlie levava o seu filho, sua esposa e uma pessoa chamada Diane pra fazer pique-nique... qual a graça dessa porra papo reto? Comer ao ar livre? O que importa é que o CR gravou as descobertas dele, e diz que Charlie deve ter visto algo muito sinistro, já que a criança tá desaparecida há muito tempo. Entrando na gravação, a gente joga na pele desse CR, fazendo as investigações do desaparecimento do Charlie. 




Caverninha sussy




Tvzinha com o toca-fitas e as coisas na mesa




Aonde tudo iria fuder pro CR



Passando por puzzles ali e aqui, a gente consegue adentrar mais na fazenda dos Mathesons, mas pra conseguirmos avançar mais a gente precisa ligar um gerador que vai nos prover luz pra conseguirmos prosseguir pela fazendo, porém ele tá sem gasolina, então precisamos entrar em algo como se fosse um bunker mini que família tinha em busca de combustível. A parte do bunker é muito bizarra. As luzes ficam piscando toda a hora pelo mal contato, a visibilidade é péssima, os sons de ratos correndo toda a hora e a ambientação do bunker em si dá um sentimento muito ruim. Sem contar que não é só os ratos que você escuta correndo... vira e mexe você consegue encontrar uma silhuetinha ali e aqui, correndo nos corredores ou só parado, te olhando... Sem dúvida uma das partes que mais me deixou agoniado no jogo todo. Depois disso, conseguindo as gasosas a gente liga o gerador e adentra mais à fazenda, onde a gente acha uma chave pro portão principal, e explorando mais um pouco, pegamos a foto da família Matheson. Abrindo o portão, a gente consegue perceber que a maior parte da família, se não, ela toda, veio a falecer, pois tem cova pra um santo caralho, com praticamente todas elas tendo o sobrenome da família.




A entrada pro bunker




Uma figura nos corredores...




A família Matheson




Cemitério da família Matheson



Entrando na igreja (pois é, os Mathesons tinham uma igreja... não me pergunte), nós pegamos uma nota deixada por um membro da família, a Frieda Matheson. Nela, Frieda diz que se arrepende imensamente de ter invocado aquele monstro, e se pergunta o porquê que seus netos devem sofrer pela imprudência dela, completando dizendo que eles foram levados pela criatura, acho que cês sabem ao o que ela tá se referindo, né? Frieda termina sua carta dizendo "Que o fogo limpe nossas almas e queime nossos pecados". Se você tiver pensando o que eu tô pensando, então tu tá certo na sua conclusão, não é à toa que a família inteira tá enterrada. A parada é que a família Matheson vem sendo atormentada pelo Slenderman há GERAÇÕES. O Slendy existe há décadas, e não só se contentou com a família, mas assombra qualquer um que se envolva com uma de suas vítimas, independente do grau de parentesco, se for amigo ou namorado, tanto faz. Slender é um demônio que não tem idade preferida, ele desaparece com crianças, adultos, idosos, tudo, e não só mata eles, como também utiliza eles pro seu próprio uso. Depois de ler a carta, a gente começa a ser atormentado pelo Slender, que aparece atrás de nós. Enquanto a gente tá tentando achar uma maneira de sair, a gente acaba encontrando um brinquedo jogado no chão, que ao pegarmos, faz com que aquela silhueta que tinhamos visto no bunker volte, e ela volta bem irritada, arrombando a porta gritando muito puta. A gente que não é tão otario assim aproveita que a porta trancada foi aberta a força e passamos por ela na velocidade da luz, encontrando outra casa que pertencia à família. Subindo as escadas nós encontramos um dos estragos que o Slender fez, com a casa CHEIA de notas com a silhueta do slender, pinturas que faziam referência à ele, maior putariada. Encontramos cartas que pareciam ser da família, e a gente consegue tirar a conclusão que duas crianças dessa família sumiram e nunca mais apareceram, e é lógico que foi obra do palmitão. Depois de lermos as cartas e pularmos de um buraco, a gente se depara de novo com a criatura, fazendo a gente meter o rush mais brabo pra meter o pé logo dessa porra, só que no processo a gente acaba derrubando a nossa câmera, que do nada, é pega por algo, e acaba desligando.




Carta da Frieda



Arrombado



Bicho do caraio vindo pra cima de nóis



O estrago mental que o Slender provocou na família



Carta de uma das crianças



Câmera alguns segundos antes de desligar



Colocando a outra fita no VHS, podemos ver a... Kate!? Pois é, a Kate, mas infelizmente ela não tá no melhor estado. Dá pra ver bem na cara que ela tá muito nervosa, enquanto escreve algo que a gente não consegue ver, e em pouco tempo a gente acaba descobrindo o motivo de todo esse nervosismo. Ela tá sendo atacada pelo Slender. A gente assume o controle da Kate, desesperada, fechando todas as portas e janelas pra deixar a casa segura, o que importa é NÃO DEIXAR ELE ENTRAR! Então, assim a gente faz, fechando todos os meios de acesso do Slender à casa, e então, a gente corre o mais rápido possível pro nosso quarto pra nos escondermos da criatura, mas infelizmente isso acaba sendo inútil, já que Slender encontra Kate, que se joga da janela, terminando a gravação.




Olha ela ali ó



Eita casa escura da porra hein fia liga a luz ae nmrl



fodeu



Depois de ver a nossa amiga indo pra puta que pariu, a gente não tem muita escolha se não seguir com o nosso objetivo principal, ir pra torre de luz. Então, a gente segue. Entramos de novo em uma caverna, mas diferente da outra, essa tá cheia de escrituras de alguém que parece ter perdido a sanidade completamente, e encontramos dois bilhetes. Um deles é do CR, dizendo pra Kate encontrar ele nas ruas, deixar tudo que ela tem pra trás, já que CR vai entregar uma lista pra Kate das coisas que eles precisam. CR também pede pra Kate não contar pra Lauren (nós), sobre ele. Na outra carta, podemos ler alguém, com certeza CR, se desculpando com, com certeza também, a Kate. Ele diz que nada disso é culpa dela, e sim dele, e que não queria passar esse fardo pra Kate, mas isso precisa acabar e essa maldição tem que terminar neles. Saindo da caverna, tudo foi pro caralho. A floresta tá pegando fogo bizarramente, e o Slender tá puto pra caralho, caçando a gente com mais fúria do que nunca. Correndo muito a gente consegue chegar na tão prometida torre de rádio, que nos isola do fogo, mas não do perigo. Andando pela torre, a gente percebe que tamo completamente fudido, já que a nossa lanterna morreu e a nossa cãmera tá por um fiozinho de bateria. Irmão, a parte da torre de rádio é de longe uma das MAIS assustadoras, a ambientação aqui é tipo o bunker mas 30x pior, com os passos que a gente escuta ficando mais altos e rápidos, e o barulho de alguma coisa respirando de uma maneira com certeza nada humana da MUITA agonia, muita mesmo. Sem contar a falta de luz, né, que a gente já tava acostumado a ter. Entrando em uma porta que se tranca sozinha, a gente consegue encontrar um corpo queimado, com uma câmera do lado dele. Tocando a filmagem recém feita inclusive, a gente escuta o CR falando com a Kate, com Kate dizendo desesperada e chorando, que não consegue fazer o que o CR quer que ela faça, e sai correndo. Sozinho, CR diz que sente muito mesmo, e que esse é o único jeito, antes de começar a gritar muito alto, um grito de pura dor, agudo, desesperado. A gravação termina, deixando a gente com o cadáver queimado, e a dúvida se é assim que acaba? E a resposta é que não, não é, porque o barulho fez o favor de atrair aquela porra lá da fazenda dos Matheson, que corre pra cima da gente gritando e nos nocauteia. Acordando a gente se depara com a criatura nos olhando, observando cada movimento nosso. Parece que a gente tá em um porão de uma casa, casa essa que foi queimada, porque tá tudo destruído e caindo aos pedaços. Pegamos uma carta do CR, que diz "Isso dá uma ansiedade, né? Todo o mistério, o garoto desaparecido, o incêndio. Fico feliz de poder compartilhar essa aventura com você, fico muito triste pelo Sr. Matheson. Ele perdeu tanta coisa, queria que ele tivesse me deixado ajudá-lo, como você tá fazendo. Talvez eu pudesse ter salvado ele. Visto que eu não consegui ajudar ele em vida, talvez eu consiga ajudar ele agora. Eu prometo descobrir o que aconteceu com o filho dele, se pá isso vai fazer a alma dele descansar em paz. Muito obrigado de novo, Kate, eu tô muito ansioso pras nossas aventuras!". Explorando esse porão, encontramos outra carta meio apagada e fodida, como se tivesse sobrevivido há um grande fogo, dessa vez do Charles Matheson, dizendo: "Esse cara continua aparecendo na minha casa, me perguntando sobre o meu filho, e eu continuo falando pra ele ir embora. Ele tá ficando cada vez mais desesperado. Eu vejo ele, eu continuo olhando pra ele, mas não pode ser ele, eu sei que não pode, mas é tão real. Qualquer lugar que eu vou eu escuto a sua voz, mas parece que ele tá sofrendo, como se não fosse o filho que eu conhecia. Eu não consigo escapar desse tormento, esse homem... essa coisa... ele me provoca, corroe a minha mente. Eu tô fazendo isso comigo mesmo? É culpa minha que o Charlie desapareceu? Isso é a minha punição? Eu preciso acabar com isso, eu preciso limpar esse lugar. Chega de sofrimento, ninguém merece isso. Tudo acaba aqui." 


















Olha o puto la




a torre



a nossa ultima salvação?



agora tudo foi pro caralho mesmi



Hmmm churrasco



Charlie fdp











Rapaziada, cês sacaram tudo isso? Tudo começou com a família Matheson, dos quais pelo erro de uma das integrantes, invocou essa criatura desgraçada, feita de pura maldade, que só busca a desgraça e a destruição, e atormenta a família Matheson à gerações. Todas as crianças da família que desapareceram, foram pegas por essa criatura, o Slender. Isso já é uma teoria minha, mas eu suponho que a maior parte dos integrantes da família, tacaram fogo nas casas deles e na fazenda em si, muito possivelmente se queimando junto, pra acabar com essa maldição, porém, um desses integrantes decidiu não fazer isso, que era o Charles Matheson. De alguma forma o Charles conseguiu escapar da visão do Slender por vários anos, fazendo uma família e tendo um filho, Charlie Matheson, e tava tudo indo perfeito, mas é lógico que uma hora ou outra, o seu passado sempre volta pra te assombrar, e foi o caso do Charles. Um dia, o filho de Charles, Charlie, brincava perto do lago onde eles moravam, só que a criança se distraiu com umas coisas brilhantes no chão e foi seguindo elas, até entrar na floresta, onde se perdeu, e começou a chorar desesperadamente, mas foi inútil. Naquela distância os pais de Charlie não conseguiam escutar o seu filho, e Charlie tinha caído daora na armadilha do homem esguio, que enquanto a criança chorava desesperada, agarrou ela com os tentáculos, a cegando, e fazendo Charlie desaparecer pra sempre... ou foi o que acharam. Com o seu filho desaparecido, Charles, tendo passado por um divórcio com a sua esposa, Diane, mora solitário, com uma dor intensa todos os dias por ter perdido o seu filho dessa forma há 9 anos, e ele sabe quem... ou melhor, o que, foi o responsável por tudo isso. Charles alega ver o seu filho e escutar ele, mas não é a criança que ele se lembrava, o garoto tava magro de mais, a nível de parecer um esqueleto, pele muito pálida, e sua voz não era doce e gentil como antigamente, era áspera e dolorida, como se a criança estivesse sofrendo muito. Não sabendo o que fazer, Charles começa a enlouquecer, ele vê o Slender, vê a figura provocando ele, e chega a uma conclusão que tudo isso precisa terminar, e termina com ele. Charles taca fogo na sua casa com ele ainda dentro, se suicidando no processo. Algum tempo depois, um rapaz, chamado Carl Ross, com ele mesmo abreviando pra CR decide iniciar uma investigação por conta própria sobre o que aconteceu com o Charlie. Ele já tava pra iniciar essa investigação antes, perguntando pro Charles coisas sobre o filho dele, mas o homem nunca dava bola pro CR. O incêndio na casa de Charles foi o suficiente pro CR começar a sério essa investigação, mas ele precisava de ajuda com isso, então ele chama uma amiga sua de infância, Kate, com quem ele tinha entrado em contato recentemente depois de um bom tempo, e ela aceita. Kate havia perdido a sua mãe recentemente, então imaginou que ter contato com o seu amigo de infância de novo e se juntar a ele nessa aventura poderia ser algo divertido. Eles começam a investigação com o CR indo pra fazenda dos Matheson, e lá ele acaba descobrindo que não só ele não tá sozinho, como uma criatura assombrava essa família faziam gerações. Ele encontra uma coisa que parecia ser humana, completamente desfigurada, magra e animalesca, e encontra com o próprio, o Slender, o que dá início a maldição na vida do CR. Depois de fugir da fazenda dos Matheson, CR e Kate decidem investigar a casa do Charles, pra ver o que conseguiam encontrar sobre o Charlie, mesmo que Carl já tivesse encontrado o garoto, ele só não sabia disso. Nessa exploração que eles fizeram, tudo foi pro caralho, e o Slender se manifestou pra eles dois, brincando com as suas mentes. CR tropeça em uma pedra e cai em um barranco, onde não consegue subir. Além de ter se separado da Kate, CR tem a sua lanterna quebrada, então se vê obrigado a andar pela floresta no escuro absoluto, mas por sorte, ele não era o alvo da criatura. Kate anda pela floresta, tentando achar um caminho pra casa, quando encontra uma página colada na parede com um desenho muito estranho. Esse desenho parecia ser da figura que eles tinham visto antes, e quando ela menos esperava, a figura apareceu de novo, com aquele rosto pálido, sem olhos, boca, nariz, nada. Só uma figura alta, de terno preto e braços longos. Kate corre o máximo que ela consegue e continua encontrando mais e mais páginas, até que consegue achar um caminho de volta pra casa. Ela entra e se tranca, em estado de choque. CR consegue depois de um agoniante tempo voltar pra casa da Kate, onde tenta chamar a atenção dela pela janela, mas sem sucesso, então vai embora. Depois daqui, tudo pra Kate e pro CR só piora. Alucinações, vozes, noites mal dormidas, quando conseguem dormir, tudo isso se intensifica cada vez mais, o que faz Kate querer vender a própria casa, pra poder se afastar de tudo aquilo o mais rápido que der. Lauren, uma velha amiga de Kate, entra em contato com ela pra saber como as coisas estão, e descobre que Kate não só perdeu sua mãe recentemente, mas quer vender sua casa. Lauren então decide ir pra casa da Kate pra ajudar ela, o que demora um bom tempo já que as duas moram muito distantes uma da outra. Nesse meio tempo, Kate e CR continuam sofrendo muitas alucinações com o Slender, CR dá pra Kate uma lista de coisas pra poder manter a criatura afastada, e Kate segue elas à risca, trancando todas as portas e fazendo o possível pra não deixar a coisa entrar. Em uma noite, antes da Lauren chegar, Kate é atormentada pelo Slender, que entra na casa dela e fica cara à cara com Kate. Desesperada ela pula da janela de casa, quebrando o seu telefone e desmaiando no processo. CR liga pra Kate várias e várias vezes mas ela não atende, então ele vai pra casa dela só pra encontrá-la desmaiada na parte de trás da casa, com cacos de vidro ao redor dela, e a câmera que ela carregava consigo, agora quebrada. CR leva ela até um hospital e deixa um bilhete pra ela não se preocupar, porque as pessoas do lugar iriam cuidar dela. É por isso que quando a Lauren chega tá tudo uma bagunça na casa da Kate, e a casa tá vazia, ela foi atacada pelo Slender na noite passada e foi levada pro hospital pelo CR, que diz pra Kate que os dois precisam ir pra algum lugar seguro, visto que a casa da Kate é muito isolada, muito perto da floresta, e o CR não tá mais se sentindo seguro em casa. Eles vão pra torre de rádio, onde a situação só piora, com o CR ficando cada vez mais e mais louco. CR chegou a conclusão que precisava morrer pra que a maldição acabasse, e a única forma de fazer isso direito era fazer como todos os outros fizeram... se queimando vivo. Ele tenta convencer Kate que esse é o único jeito de eles conseguirem se libertar do Slender, porque a criatura não ia deixar eles em paz, mas a Kate não consegue, e sai correndo desesperada, deixando CR sozinho. Sabendo que não tem o que fazer e já tendo perdido tudo, Carl Ross, taca fogo em si mesmo, como uma forma desesperada de escapar dessa tortura, com seus últimos momentos sendo os mais dolorosos de toda a sua vida. Voltamos à Lauren, presa no porão da casa dos Matheson, com Charlie a encarando. As luzes piscam e Charlie some, liberando a passagem pra Lauren. À um passo de talvez, mas só talvez conseguir fugir de todo esse pesadelo, Lauren anda pela casa buscando uma saída, quando escuta um choro, um choro que é familiar... é a Kate! A pessoa que a Lauren tanto procurava, finalmente conseguiu encontrar! E quando Lauren se aproxima da Kate, nos é revelado que Kate é The Chaser, a criatura que nos perseguia na fase das minas. Kate, assim como Charlie, se tornou um "Proxy" do Slender. Proxys são pessoas sob o controle do Slender, e ele pode escolher quando fazer essas pessoas voltarem à sanidade quando bem entender, e não só isso, mas Slender comanda totalmente nelas, podendo fazer seus Proxys cometerem quaisquer atos que sejam, quando e onde ele quiser. Lauren é atacada por Kate, e seu corpo é arrastado pra escuridão, dando continuidade à maldição do Slender, cuja única forma de escapar dela, é a morte. 




Olha ai a vagabunda




nos fudemo




Em resumo rapaziada, essa é a história do jogo, pelo menos as partes que eu consegui entender com interpretação e pesquisa. Eu achei muito muito muito foda mesmo, porque todos os jogos do Slender que, pelo o que eu saiba, existiam na época, eram ridiculamente simples, te jogando em um cenário aleatório só por jogar mesmo e explicando breviamente que você tem o objetivo de sair do lugar o mais rápido possível, encontrando páginas e sobrevivendo ao Slender. Aqui, não. Aqui nós somos apresentados a personagens que, por mais que não seja mostrado de uma forma tão direta, já que praticamente toda a história do jogo é contada através de cartas, e-mails, gravações e um pouco de interpretação, são personagens muito importantes e que também, como a gente, viraram vítimas do Slender. Desde a família Matheson toda, Charles perdendo o seu filho Charlie pra criatura, o próprio Charlie virando um tipo de escravo do Slender, até a Kate e o CR tentando fazer uma boa ação e se fudendo daora no fim, com um deles se queimando vivo porque não aguentava mais e a outra enlouquecendo e virando um proxy do Slender, e isso chega na gente, que não queríamos ter porra nenhuma haver com isso, viemos só pra ajudar a nossa amiga que tava passando por um momento super complicado da vida dela, e tomamos no cu fortão no fim. De quem foi a culpa disso tudo? Genuinamente, não sei dizer direito, talvez da Frieda Matheson por aparentemente ter invocado o Slender de uma certa forma? Ou talvez não, se pá o Slender já existia muito antes dos próprios Mathesons e achou eles por coincidência, decidindo atormentá-los só de meme. O que importa é que: a história de Slender: The Arrival é foda pra caralho, e ter conseguido entender ela enquanto conto pra vocês foi muito daora porque quando eu joguei eu não tinha entendido porra nenhuma. Falando agora dos aspectos do jogo, essa porra é um dos jogos de terror que eu mais tive cagaço de jogar, sério mesmo. A começar pela atmosfera do jogo, ele troca de cenários toda a hora mas manda muito em em cada um, sempre sendo cenários abandonados e fodidos, com sons de passos por exemplo, na distância ou perto de você, ou até mesmo barulho de ratos tlg, por mais bobo que seja isso cria uma certa atmosfera. Sem contar na parte da floresta, quando você tá andando suave e vê o Slender lááá no fundo, te observando, analisando os seus movimentos e como tu age pra poder começar a caça. O Slender em si nesse jogo tá foda pra caralho, filha da puta de inteligente. Ele spawna na sua frente de propósito quando fica mais agressivo não só pra te assustar mas pra te atrapalhar também, fazendo você ter que ficar indo de zigue-zague tentando não encarar ele, e ao contrário do The Eight Pages, o Slender nesse tem animações diferentes que ele pode fazer, elas são meio sutis mas dá pra perceber. As vezes ele vira a cabeça e estica os braços na sua direção tentando te pegar, outras vezes os tentáculos dele começam a sair do seu corpo, tem animação do slender andando e até mesmo dele respirando! Isso é foda pra caralho, por mais que seja difícil de notar. E a agressividade do Slender casa bem de mais na parte das minas, porque como se não bastasse, a Kate também tá atrás de você, já que ela se tornou o The Chaser, um proxy do Slender. The Chaser é simples mas assustador pra caralho, só por causa do efeito sonoro dele. Som de passos correndo, só por causa disso. O cenário que é completamente fechado disprovido de qualquer luz, a não ser a nossa lanterna, fica 40x mais desgraçado quando tem essa filha da puta correndo a 300 por hora, e tudo o que você escuta são os passos dela na distância, se aproximando enquanto a música fica mais intensa. Outro inimigo e fase que vale a pena ressaltar é o Charlie, na fase Homestead, aquela da fazenda. Tendo em vista que o Charlie era uma criança aparentemente feliz, que foi só arrancada da sua família dessa maneira, e transformada em um tipo de escravo do Slender, tendo perdido toda a sanidade e humanidade, dá um tom muito triste pra tudo isso. A parte do bunker é muito bizarra, com você vendo a silhueta dele aparecendo e sumindo, ele correndo nos corredores, os barulhos dele falando coisas baixinho, as gotas do bunker caindo, as luzes piscando, tudo isso dá uma atmosfera do caralho. Principalmente na parte que a gente tá na igreja, os gritos do Charlie depois que a gente fecha a porta me dão arrepios até hoje, papo reto mesmo. 

Agora, vocês acharam que o jogo só tinha esse final? Nuh uh, tem mais dois. Um deles é o final secreto do Charlie, que é desbloqueado depois de pegar o poster de desaparecido do Charlie algumas vezes, a gente é mandado de volta pro menu principal do jogo, onde iniciando um jogo novo, aparece a mensagem "Estou perdido, consegue me encontrar?" Aparentemente vindo do próprio Charlie. Spawnamos na casa da Kate mas... tá tudo fudido. Tudo buggado, chão, a casa, tudo flickando e travando. O som de fundo muito bizarro e assustador, um barulho alto pode ser escutado, aumentando e abaixando toda a hora, sem contar na câmera dando aqueles barulhos e interferências que ocorrem quando encontramos o Slender. Uma hora, a gente é tirado do jogo e mensagens aparecem, dizendo que essa pessoa, muito possivel que seja o Charlie, gosta de nós e quer brincar conosco. Ele vai nos procurar agora. Voltamos pro menu e iniciando o jogo de novo, mesmo lugar, tudo bugado e fodido, andamos mais e eventualmente somos pegos. Somos teletransportados pra fora da casa, com fogo ao nosso redor, vemos o Slender se aproximando de nós lentamente, de todos os lados, até que uma hora ele pega a gente. Depois disso, Lauren fica olhando pro céu, e voltamos pro menu. As únicas opções são "Jogo novo" ou "Por favor acabe com isso" e escolhendo a última fecha o jogo. Não sei dizer direito o significado desse fim, se pá é pra mostrar que o Charlie tá preso nessa tortura eterna? Sendo incapaz de sair das garras do Slender, pra sempre? Outro final é de um capítulo que foi adicionado recentemente, pois é! Slender: The Arrival teve um REMASTER na UNREAL ENGINE 5! E nem preciso comentar sobre como o jogo tá maravilhoso, né? Lindo de mais, puta que pariu. Não vou poder falar de uma forma mais técnica sobre ele porque eu não consegui jogar essa versão, e provavelmente não vou por um bom tempo, mas o que importa é que foi adicionado o capítulo 10, que nos dá a perspectiva de outro personagem na história, um que com certeza sofreu a beça também, o Charles, pai de Charlie.

























Começamos com o pai de Charlie fazendo rabiscos do Slender em seu caderno, até que percebe uma figura similar em usa janela, seu filho, Charlie. Mais uma alucinação? Talvez. Virando, nós somos surpreendidos pela figura demoníaca, o Slender, que de alguma forma consegue teletransportar pa gente pra um hospital, ou hospício, sei la fodase. Acordamos nesse lugar, e precisamos passar por uma porta que acabou de trancar na nossa frente a audacia dessa fdp. Andando um pouquinho pela sala, encontramos a chave e conseguimos prosseguir. Passamos por corredores que possuem "A realidade dele" ou "el. ele, ele" escrito nas paredes, muito possivelmente se referindo ao homem esguio. Até aparece a silhueta de uma criança, mas ela some muito rápido. Explorando mais o prédio, descendo várias escadas, chegamos em uma sala que tem uma coisa familiar, um ursinho de pelúcia. Dá pra perceber que a presença do Slender é bem forte nesse lugar, porque em vários momentos a gente pode ver escrituras na parede fazendo referência à ele, ou até mesmo desenhos do próprio Slender nas paredes. 



Pai de Charlie fazendo os rabiscos



Nossa família antes do desaparecimento



Charlie?!



O demônio



Sai dai mlk do crl



Tantas lembranças...



vou mijar nessa parede pprt






Encontramos uma carta deixada por um Doutor, chamado James Anderson, que diz ter começado a testar uma nova droga experimental, capaz de tratar os mais severos casos de depressão e ansiedade. Por mais que isso seja um experimento muito foda e revolucionário, os pacientes que usaram essa droga começaram a reportar ver uma figura alta, sem rosto na escuridão, e os pacientes só se referem à essa figura como "ELE".. O Dr não parece ficar afetado com isso, mas admite ter ficado um pouco intrigado. Em uma janela, a gente consegue ver um corpo flutuando, com gritos do nosso filho pedindo por socorro. Ao abrir a porta o corpo para de flutuar e as luzes voltam ao normal. Entrando no que parece ser uma sala de aula, nós encontramos um bilhete que diz da morte de um dos colegas do time do hospital, James Anderson. O mesmo cara que tava dando os remédios pra menorzada foi de base, e as circunstâncias não foram divulgadas. Indo pra saída, a porta se fecha automaticamente e um alarme alto pra caralho começa a tocar. A gente corre o mais rápido que der pra desligar essa caralha, mas se pá já é tarde de mais, porque o que quer que esteja nesse hospital com a gente, já escutou e sabe que não tá sozinho, e isso é confirmado quando escutamos um grito demoníaco na distância. 




A carta do Dr.



Macambroso



Carta avisando da morte do Dr.




Com as portas emperradas, um dos elevadores cai, o que libera à gente passagem pra dutos de ventilação, o que claro que vai dar uma merda federal. Eu gosto como essa parte mexe pra caralho com o som, já que os passos que tu dá fazem um barulho enorme, e isso engana porque você não sabe se quem tá fazendo o barulho é você ou alguma coisa que tá te seguindo, sem contar a voz do Charlie, que fica toda a hora respirando e sussurrando coisa bizarra, mlk do caralho. Escapando do Charlie, chegamos à um corredor, onde árvores começam a crescer pra tentar impedir a gente de chegar á saída, e quando finalmente conseguimos alcançá-la, lógico que o fdp do Slender atrapalha e impede a gente. Se pá aquela saída nem existia e era só uma alucinação, pra brincar conosco. As alucinações com o Charlie só pioram, e o hospital agora tá alagado. E esses filhas da puta dos devs tiraram proveito do hospital ficar alagado, porque quando prosseguimos, começa uma cena de perseguição, onde só conseguimos escutar o barulho dos passos correndo na água junto com os nossos. Eu fiquei confuso no começo, achando que eram só os nossos passos fazendo esse barulho alto, mas depois eu descobri da maneira ruim que não era só a gente que tava correndo na água. Esse susto foi cruel, sério. 




Já falei que vai dar merda isso... kk referencia daora fds




Agora fudeu



Nossa viado agora fudeu mesmo





Tão perto....



Mas tão longe...



Ah mlk do caralho



Senhores, eu me caguei.



Conseguindo desligar o alarme que tocava, a criatura para de nos seguir, e após passarmos por uma porta da qual possuia o ursinho do Charlie, novamente nos atormentando sobre nosso filho, seguimos até uma sala com uma criança flutuando... Claro que seria o Charlie. A luz acaba, nossa lanterna morre e a criatura aparece na nossa frente, sua presença fazendo com que as luzes pisquem e queimem, um som alto e agressivo de estática começa, entrando nos nossos ouvidos e corroendo nossos cérebros, até que... tudo volta ao normal, as luzes, tudo. Subimos escadas até o teto, novamente entrando em dutos de ventilação. A gente já viu o que rolou da última vez, né? Mas dessa vez foi diferente, agora deu tudo certo, conseguimos sair do hospital e a primeira coisa que vemos é... nosso filho, chorando. Chegando mais perto, a gente vê que o pesadelo não terminou, inclusive, pro Charles, tá bem longe de acabar. Slender nos encurrala, com várias cópias dele mesmo, e dpois disso, acordamos abruptamente no hospital de novo, com as mensagens "Encontre-o", "Salve o seu filho" e "Limpe com fogo" escritas na parede. Nós queimamos o hospital, ou melhor, a nossa casa, com a sombra do demônio sem rosto nos observando. Ele nos enganou, não existe forma de purificar ou salvar o nosso filho, se queimar era só uma forma do Slender terminar o seu serviço e dar uma sensação de falsa esperança pras suas vítimas, visto que até mesmo os mortos ele pode controlar, Charlie é uma boa prova disso. O corpo em decomposição de Charlie é a única coisa que resta à ele, porque de resto ele só é uma carcaça viva do garoto que um dia ele foi, usado pelo Slender, sem salvação, pra sempre. 




Mais uma vez esse urso



Eita porra



Agora sim tudo foi para o caralho



Ih né que não foi



Po de novo no duto irmao



Odeio dutos



Vamos sair!



Good ending =)



=(



bacteria filha da puta microbio do caralho












A última coisa que Charles viu, enquanto sufocava com a fumaça do incêndio...




Conclusão


Quando eu joguei o jogo pela primeira vez, eu ODIEI o fim dele, sendo sincero. Achei uma perda de tempo porque porra, pra que botar a gente pra passar por todo esse rolê sendo que no fim a gente não vai conseguir completar o objetivo? E esse pensamento é sim muito válido, mas depois de descobrir a história, os acontecimentos de cada vítima, o que cada uma dessas pessoas passou com essa MESMA criatura, eu agora consigo compreender que o fim faz muito sentido, porque irmão, não tem o que fazer, sabe? Se o Slender ficou interessado em você, tu tá fodido mesmo e é isso. Não tem como sair, não tem forma de quebrar a maldição ou até mesmo impedir o Slender de fazer mais vítimas, isso é impossível. Só existe desespero, dor, agonia e no fim, morte pra todas as pessoas que são atormentadas por ele. É até possível dizer que o Slender é um tipo de representação da morte, se ela fosse sádica e filha da puta pra caralho. A criatura faz o que tiver no alcance dela pra poder atormentar as suas vítimas, explora os maiores medos dos seus passados e usa contra elas só pra se divertir. A caça pra ele é a melhor parte, o desespero nos olhos das suas vítimas é uma das suas recompensas. Slender é imparável, e sempre vão ter mais vítimas. Kate, CR, Charlie, Charles, os Mathesons em geral e até a Lauren foram simplesmente mais nomes na lista dele, e nem pense que a morte é uma opção pra se salvar do Slender, porque dependendo dos planos dele pra você, nem mesmo a dona morte consegue te salvar. Slender: The Arrival conta uma história trágica sobre perda e desespero, um jogo extremamente assustador em vários aspectos, com uma ambientação muito bem feita e atmosfera pra lá de bizarra, controles que por mais que sejam simples funcionam e cumprem o seu propósito, afinal o que mais você pode fazer contra o Slender a não ser correr? Antes de conhecer a história mais a fundo eu daria um 6/10 pro jogo, admito que até na emoção mesmo, mas hoje eu dou um sólido 8.5/10. Recomendo pra caralho pra todo mundo que gosta de jogos de terror, porque vale a pena de mais, até mesmo a versão mais antiga. Ah, e a versão da Unreal Engine 5? Com certeza vale a pena de mais jogar, especialmente pelo capítulo do Charles. Mas bem, essa foi a review! Muito obrigado mesmo, de coração por ter lido até aqui, e espero te ver em um próximo textão! Tmjuntasso S2

Comentários

  1. Slender The Arrival ta virando um classico ja, bizarro pensar que esse jogo ja fez 10 anos desde o lançamento

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