ALAN WAKE™

Faaala rapaziada, tudo suave? Caraio, há quanto tempo eu não escrevo aqui né mano? Faz uma boa cotinha mesmo. Bem, pra matar a saudade, hoje eu lhes trago um jogo que eu fiquei jogando por um tempo e já queria jogar tem anos, Alan Wake! Da mesma criadora de uma das trilogias mais icônicas da era do PS2 e X360, a Remedy, eles (pelo o que eu acho que é a primeira vez) nos trouxeram o seu primeiro jogo de terror com suspense, contando com uma história enigmática e profunda. Então, bora.







Enredo

Bem, pra começar a falar do enredo de Alan Wake, a gente fica na pele de um escritor cujo nome é... bem, Alan Wake né caraio. Um escritor muito famoso que depois do lançamento do seu último livro há 2 anos atrás, se vê parado em um bloqueio criativo enorme, que o impede completamente de escrever qualquer que seja a história. Ele então decide sair com a sua mulher, Alice, pra tirar umas férias em um local mais tranquilo e que vai trazer à ambos a paz que tanto querem, Bright Falls. Uma cidadezinha pacata e tranquila, que conta com cidadãos agradáveis e lindas paisagens. 



Bright Falls em toda sua beleza



Porém, quando Alan não consegue encontrar o Stucky em um restaurante, ele é abordado por uma figura estranha toda de preto, que lhe entrega chaves para um casarão em um lugar chamado Cauldron Lake. Confiando na figura, nós vamos com Alice até o lugar e quando tudo parece perfeito, Alice e Alan brigam feio e Alice, que tem fobia extrema de escuro, é deixada no casarão sozinha pelo Alan. Do lado de fora do casarão, as luzes do mesmo se apagam completamente e Alan, correndo para chegar até Alice, que grita por socorro, acaba se deparando com sua esposa no lago, caída, se afogando. Ele salta para salvá-la e depois de entrar na água, com um piscar de olhos, acorda depois de bater o seu carro em uma estrada. Desnorteado e sem saber o que fazer, Alan vai ter que buscar por ajuda e principalmente, saber o que houve com a sua esposa e como ele vai conseguir resgatar ela.


Foto meio fodida da figura mas é isso aí



Gráficos: 

Bem, agora com o enredo já explicado, acho justo passarmos pros gráficos. Os gráficos do jogo são uma parada meio... mista, sabe? Tipo, não quero dizer que são ruins ou algo assim, na verdade, pra época de lançamento eles eram bonitos e até hoje continuam se segurando bem, mas é que se formos comparar com outros jogos que saíram em 2010, como por exemplo, God of War 3, dá pra notar umas boas diferenças na qualidade gráfica dos jogos. Eu sei que é meio injusto comparar, mas ainda assim é algo que acaba acontecendo, seja por quem jogou na época ou por mim mesmo que jogou recentemente. Eu acho que o jogo realmente peca nos modelos, algumas expressões faciais são uncanny, inaturais. Personagens fazendo movimentos estranhos com a boca e com os olhos não é algo difícil de se ver acontecendo no jogo. O game brilha mesmo é nos seus cenários. Minha nossa, olhar pra Bright Falls nunca vai deixar de ser algo legal e lindo. A cidade é muito bonita e pacífica, ela expele um clima tranquilo e calmo. Tanto no dia quanto a noite você realmente sente que a cidade é um lugar muito bom pra se viver, e sem dúvidas ótimo pra tirar umas férias, sem contar no quesito de mudança na cidade, eu adoro como ao decorrer do jogo Bright Falls vai ficando cada vez mais bizarra e bagunçada, com terremotos acontecendo por conta dos eventos sobrenaturais, carros abandonados por aí, um monte de tralhas e lixos jogados pelo chão, parecendo que foram levados por uma tempestade enorme e por aí vai. Na parte gráfica o jogo se segura bem e tem o seu charme.


   não me levem a mal, ela é bem modelada... só um pouco uncanny algumas vezes




                         
Olha que cenário pica, na moral



Soundtrack:

A OST de Alan Wake é em geral: foda. A começar pela dublagem dos personagens que eu gostei bastante, achei que as vozes mais icônicas foram a do personagem Barry, amigo e agente do Alan, que ajuda ele ao decorrer do jogo. Ele é ridiculamente falastrão e muitas vezes até chato, mas é um personagem engraçado e que tem uma personalidade forte, querendo ajudar o Alan custe o que custar, não só por trabalharem juntos e pelo Alan ser um best-seller, mas sim porque Barry genuinamente gosta do Alan e considera ele seu melhor amigo. Também tem a voz do personagem Pat Maine, que é um âncora de uma rádio local na cidade, a mais famosa aparentemente. Pat é um senhor calmo, super tranquilo e gente boa, com uma voz muito relaxante. Eu acho daora que é possível ver ao decorrer das vezes que você escuta a rádio que nem sempre o Pat tá feliz ou animado, tem vezes que ele tá mais melancólico por conta da noite, ou ele só tá meio cansado e por aí vai. Dias e dias. Isso me fez achar o personagem muito mais real do que ele é e pegar um apreço maior por ele. Também tem outras vozes icônicas, como a do Thomas Zane, a da Barbara Jagger, que é a antagonista do jogo, e por aí vai. Eu de verdade não consigo lembrar muito das músicas, genuinamente a parte musical não teve tanto foco, pelo menos pra mim não pareceu. As únicas músicas que eu realmente considero icônicas são as dos fins dos capítulos, que são lindas e até ficam muito mais impactantes visto que todos os capítulos terminam com um certo baque ou uma revelação muito foda, o que não é algo que fica enjoativo por sinal. Uma sessão que vale muito a pena comentar sobre a música é a parte do palco da banda de rock dos veinho na fazenda deles. Nessa parte uma caralhada de inimigos vão pra cima de ti e do Barry, e vocês tem que se proteger e matar todos. O Barry fica dando uma assistência enorme controlando as luzes e os holofotes do palco enquanto o Alan usa as suas armas e os holofotes pra matar os inimigos e se proteger. A música que toca nessa sessão é um rock foda pra caralho. A sessão em si é super divertida e o rock deu uma melhoria enorme pra deixar essa parte muito mais marcante!


Gameplay:

Agora a gente passa pra minha parte favorita de fazer review, a gameplay! Rapaziada, a gameplay de Alan Wake é ridiculamente divertida, já dá pra tirar isso da frente. A fita da gameplay do jogo é bem simples, a gente tem que ir completando cada objetivo que vai sendo jogado na nossa cara e passar por uma porrada de coisa bizarra pra conseguirmos salvar nossa mulher, e é claro que a gente, em um mundo ridiculamente perigoso tomado pela escuridão comedora de cu, precisamos de uma arma pra nos defender. E não temos só uma, como temos várias armas pra utilizarmos conforme a nossa vontade. A começar pela lanterna, a principal forma de proteção contra os Taken, que são os inimigos do jogo. Esses filhas da puta tem uma barreira de escuridão que protege eles contra tiros e basicamente qualquer coisa que possa dar dano, então pra quebrarmos essa barreira precisamos jogar luz neles, e a lanterna é a nossa melhor aliada pra isso. Todos os Taken tem uma certa barra de proteção até a barreira ser quebrada, e a gente precisa mirar a lanterna neles até que essa proteção quebre. A gente pode só deixar a lanterna mirada na direção deles, como também podemos dar um foco com a lanterna. Esse foco faz com que a barreira seja quebrada de forma muuuito mais rápida, mas consome bateria pra caralho. Por mais que consuma bateria mais rápido, focar é a maneira mais eficiente de se lidar com esses porra, porque se tu ficar só apontando a lanterna neles sem focar vai demorar uma vida toda pra quebrar a proteção. E não é como se as baterias fossem escassas ou algo assim, vira e mexe você consegue lootear uma boa quantidade por aí, as vezes as baterias só tão jogadas em algum lugar do cenário ou elas tão em caixas de loot. Já explico o que são essas caixas. A gente tem umas variações muito fodas pra lanterna, como a Heavy-Duty Flashlight, que é uma lanterna muito mais pica, com uma bateria muito maior e que dura muito mais, além da luz que ela emite ser muito mais forte do que a lanterna comum. E como se não bastasse, ainda tem outra melhoria que é a Heavy-Duty Lantern. Tão ligados aquelas lanternas gigantes? Então, é essa porra aí mesmo. Imagina uma luz enorme com uma bateria fodida de grande, e uma força do caraio, é essa porra mesmo. De longe a melhor lanterna do jogo, muito muito útil. Ah! E também temos como quebrar a barreira dos inimigos de forma externa também! Sem usar a nossa lanterna! Vira e mexe a gente se encontra em momentos em que vamos estar cercados de Taken, e nesses momentos o jogo dá pra gente ou umas luzes que ficam paradas em um só lugar. Dá pra gente ligar essas luzes, que vão se apagar depois de um tempo, mas vai ser tempo suficiente pra quebrar a barreira de um monte de fdp e possibilitar a gente de comer cu, como também tem um holofote fodido, que a gente pode controlar livremente e usamos principalmente quando estamos muito, MUITO MUITO sobrecarregados de inimigos. Essa porra faz um estrago tão, mas TÃO gigante que ela não só quebra a barreira dos cara, mas mata eles instantaneamente. Eu achei muito foda essas formas externas de quebrar a barreira dos Taken. Também temos outras duas formas de desprovê-los de suas proteções, com as flares e os flashbangs. As flares, que são sinalizadores, servem pra quando estamos cercados, como eu disse antes, ela se quebra e faz uma luz que pega em uma grande área, afastando os inimigos. Ela não é boa pra quebrar a barreira em si, mas é ótima pra afastar uma grande quantidade de inimigos quando nos encontramos cercados. E a flashbang que bem, é uma flashbang, né. Quem jogou CS sabe o estrago que essa desgraça consegue fazer. Nem preciso falar que essa porrinha é insta-kill, né? Também não posso me esquecer da Flare Gun, que também é um sinalizador, mas é aqueles de atirar. Outra arma que é insta-kill, extremamente útil e poderosa. Saindo da parte da luz, as armas de fogo também são muito importantes, e entre elas a gente tem o revólver, que é a primeira arma que pegamos no jogo. Digamos que o revólver e a lanterna são os seus melhores amigos durante o jogo inteiro. Também temos uma escopeta, extremamente forte mas não muito boa já que só suporta duas balas por carregamento, ou seja, sempre que você atirar duas vezes, lá vem carregamento. Pode parecer chatice mas tempo é crítico no combate de Alan Wake, e a escopeta não é a melhor nesse quesito. Agora, se é pra falar de poder de fogo e agilidade, de longe a Pump-Action Shotgun é a MELHOR nesse quesito. Arma forte de mais e que carrega muita munição. De longe pra mim a melhor arma, eu sempre curti muito mesmo usar escopeta, 12 automática, tudo que for shotgun em jogo sempre foi a minha primeira escolha, então essa arma foi um deleite pros meus olhos quando eu vi pela primeira vez e foi um tesão de usar. Além disso, também temos o Rifle de Caça. Eu genuinamente não consegui gostar tanto dele como eu gostei da Pump-Action Shotgun. Talvez eu seja só um fanboy enorme de Shotgun. De qualquer forma, isso não significa que o Rifle é ruim, de forma alguma. É uma arma extremamente forte e que se serve de consolo, já ter uma capacidade de munição maior que a espingarda é uma vitória enorme. O recarregamento das armas pode ser feito de maneira muito mais rápida apertando o botão de recarregar várias vezes enquanto o Alan coloca a munição da arma, ele recarrega rápido que só a porra, e isso é muito útil, seja pra situações mais críticas onde tu não pode esperar o Alan recarregar na animação normal, ou só quando tu não tem paciência de esperar mesmo. Lógico que as munições não são infinitas, e todo o tiro é precioso, mas podem ficar tranquilos que isso aqui não é um Resident Evil de PS1 ou um jogo nesse pique. Por mais que seja necessário não ficar gastando munição à toa que nem o animal aqui que erra tiro pra caralho, ainda assim o jogo é generoso com munição, e sempre deixa elas espalhadas pelo cenário, seja em cima de caixotes ou até mesmo em caixas de loot. Uma coisa que eu achei meio chata é que o jogo te tira as armas TODA A HORA. Vai encontrar com o sequestrador da Alice? Perde as armas. Vai fazer alguma coisa que eu não lembro e acaba preso... tá até que dá pra entender o porquê tu perde as armas mas AINDA ASSIM! Eu não lembro do resto das situações em que você perde as armas mas tem mais ok por favor acreditem em mim. Isso não é algo horroroso mas chega um certo momento que tu nota esse padrão e começa a incomodar. Eu tinha dito que ia comentar sobre elas depois, né? Bem, no jogo vira e mexe a gente encontra caixas vermelhas grudadas em postes, que servem como caixas de loot. Elas sempre tem coisas pra nos abastecer e são muito salva-vidas em momentos que você não tem nada de munição, ou até mesmo, tá prestes a morrer, já que no jogo a sua única forma de recuperar vida é ficando embaixo de postes de luz. Esses postes vira e mexe tão espalhados pelo cenário e, além de alguns terem essas caixas de loot e regenerarem nossa vida, eles servem como checkpoint. Tem hora que vamos ter que ligar esses postes por meio de geradores, é só apertar o botão que o jogo manda na hora correta algumas vezes pra fazer o gerador funcionar e ligar o que quer que tu ligue, mas eu genuinamente não recomendo tu perder tempo com isso porque, se não for algo necessário pra prosseguir no game, o jogo vai te jogar uma caralhada de inimigo quando tu tiver ligando o gerador só pra trollar. Ah! E antes que eu me esqueça dessa porra, espalhado pela cidade tem várias flechas amarelas que só conseguimos ver quando apontamos nossa lanterna, essas flechas sempre levam pra caixas de loot que muitas vezes tem umas coisas bem úteis, como flares e etc. Eu acho muito foda porque essas caixas tem haver com o plot, mais especificamente com uma personagem que mais pra frente no jogo acabamos descobrindo quem é, e que é responsável por não só todas essas caixas espalhadas por aí, mas também as mensagens deixadas pra gente ao decorrer do jogo. Muitas vezes a gente acaba encontrando mensagens que nos falam sobre, por exemplo, como os Taken não são mais pessoas, e como a escuridão os devorou e controlou. Essas mensagens sempre me deixaram com uma puta pulga atrás da orelha, pensando quem cacete tava deixando essas mensagens e o que elas significavam. E já que a gente já viu as armas que a gente pode usar pra nos defendermos desses porra, que tal vermos quem são esses porra? Os Taken são pessoas que acabaram sendo consumidas pela escuridão. Isso não significa que elas eram más de alguma forma, já que ao decorrer da história vimos que pessoas boas foram corrompidas pela escuridão e se transformaram. Os Taken são bem fortes e, como dito antes, tem uma camada de escuridão os protegendo de quaisquer que sejam os danos, com a luz sendo a única forma de tirar deles essa proteção pra assim matá-los. Tem variações dos Taken, com a mais normal sendo os que carregam duas facas, dois martelos pequenos e por aí vai, armas brancas pequenas em geral. Temos os Taken mais tanques, que são grandes e carregam machados, martelões e até mesmo uma fodendo motosserra. Esses fdp demoram pra ter a barreira destruída, levam muitos tiros pra morrer e dão um dano do caralho. A última versão desses vermes, que é a pior, são os que eu gosto de chamar de velocistas. Eles são ridiculamente rápidos, fazendo um som de vento soprando quando correm. Difíceis de mais de pegar, te atacam de maneira veloz e como se não bastasse demoram pra ter a barreira quebrada e levam uns bons tiros pra ir pro caralho. Agora, não só de... bem, o que costumavam a ser seres-humanos, a gente vive enfrentando no jogo. Também temos os Corvos, que vem em um cardume e fazem um barulho bizarro quando tão prestes a nos atacar. Eu nunca tentei atirar neles enquanto jogava mas eu tenho certeza que não dá efeito, já que você tem que mirar a lanterna neles até o cardume se desmanchar por conta da luz. Eles são surpreendentemente chatos e fazem um bom estrago quando tão vindo aos montes. Também temos os poltergeists, que em um resumo bem resumido, são objetos possuídos pela escuridão. Essa filha da puta da escuridão não tem escrúpulo algum, ela pode pegar desde um barril e tacar em você, até uma porra de uma máquina agrícola enorme, tudo pode virar um poltergeist e ir pra cima de você. Poltergeists são definidos quando algum objeto começa a levitar e tremer muito rápido, com uma aura negra em sua volta. Em poucos minutos esse objeto é lançado em sua direção, te acertando e lógico, te machucando. Eu acho legal essa fita de poltergeists porque tira a mínima sensação de segurança que a gente tinha quando tava sem nenhum inimigo por perto. No exato momento em que os poltergeists foram introduzidos, toda e qualquer sensação de tranquilidade quando não tinha nenhum Taken te seguindo é completamente arrancada de ti. Remedy pau no cu, inteligente... mas pau no cu. Um bagulho que eu acho muito foda no jogo é que algumas vezes você consegue usar as cosias do cenário pra matar os Taken, como por exemplo em uma parte que tem um monte de fios desencapados que dão um choque enorme, é possível fazer com que os animais do caraio toquem nos fios, e se isso acontecer irmão, é churras. Claro que eles não são tão burros e se esquivam dos fios sempre que conseguem, mas vira e mexe eles caem nisso e é mais divertido do que devia ser ver eles morrendo eletrocutados. Eles saem voando tudo fodido. Ah! E outra coisa que eu acho foda pra caralho no jogo é o fato de podermos dirigir carros! No game, vira e mexe a gente vai ter a liberdade de dirigir um carrinho ali e aqui, podendo até trocar de carros pelo cenário se quisermos. Eu tenho que admitir, as partes de dirigir foram algumas das minhas favoritas do jogo todo, papo reto mesmo. Os controles do carro são bons e até satisfatórios de usar, com o cenário lindo melhorando ainda mais a experiência. Eu não sei porquê, mas se eu pudesse ficar dirigindo um carro por uma estrada enorme no jogo, nem que durasse uns 10 minutos, até mais, eu não reclamaria. E sem contar que os carros também são nossos aliados! A gente pode usar eles pra matar os Taken, podendo aumentar a luz do farol pra quebrar a barreira que atropelar os filhas das putas. Consome bateria, mas vale muito a pena. Eu gosto como no jogo tão espalhados uns rádios por toda Bright Falls, em lugares que a gente menos esperaria estar, e interagindo com esses rádios a gente consegue escutar o Pat Maine fazendo o seu programa de rádio noturno, seja com convidados ou sozinho. Eu peguei interagi com todos os rádios e escutei todos os áudios do Pat, e eu não me arrependo, se tem um personagem que eu gostei bastante foi o Pat. Também conseguimos encontrar umas garrafas térmicas de café espalhadas por aí, mas elas são meramente colecionáveis, e tem tantas mas tantas que mesmo pegando uma porrada eu não consegui encontrar todas. Falando num quesito de controles, o Alan pode correr, pular, empurrar coisas, mirar e atirar. A corrida gasta stamina, que a gente não consegue ver porque não tem barra nem nada, mas dá pra perceber que o Alan tá ficando cansado pela corrida dele, que começa a diminuir e a respiração fica mais ofegante e pesada, além de que ele corre todo molenga e fodido. Eu achei legal porque faz com que não seja necessária uma HUD pra isso nem nada, e quanto menos HUD em um jogo, mais a imersão... ou não também, fodase. Empurrar as coisas é uma mecânica legal mas sendo sincero, inútil pra caraio, a gente praticamente nunca usa isso, só tá lá por estar mesmo. Ah, e dá pra mirar sem fazer com que a lanterna foque a luz. Eu não tinha ideia disso até depois da metade do jogo, e eu descobri só porque apareceram nas dicas que o jogo dá enquanto carrega. vai tomar no cu remedy. A gente não pode esquecer que isso é um jogo de terror, mesmo com os seus elementos de ação. Muitas vezes você vai se encontrar levando uns belos sustos, seja com inimigos chegando despercebidos e te comendo o cu, ou até mesmo em momentos de perseguição tensos. Vira e mexe você vai ser perseguido pela Dark Presence, a manifestação mais pura da escuridão, tomando a forma de um tornado, levando tudo pro caraio por onde passa. Se essa porra te pega já era, tu vai de base, e ela sempre fica jogando coisas em você pra tentar atrapalhar sua fuga, até mesmo vergalhões de ferro gigantes ela joga em ti só de zoa. Eu diria que a ambientação do jogo é muito bem feita, você pode estar completamente sozinho que você ainda vai sentir um medo e uma sensação de perigo jogando, não tem nenhum sentimento de segurança, e eu gosto disso. Também acho legal o quão vivo o mundo do jogo é, seja pelos programas de rádio do Pat, que ele fala com os ouvintes sobre como tá a noite deles e etc, ou até mesmo pela TV's espalhadas por aí, que passam o programa Night Springs. Um programa de terror que pelo menos na cidade fez muito sucesso, eu vi todos que eu consegui achar e são muito divertidos. Eles não tem nada haver com a plot pelo o que eu consegui entender, até tentei conectar os pontos mas o meu cérebro de noz não conseguiu sacar nada que se assimilasse, sabe? Só tão lá por estar e eu gostei muito disso, coisas pequenas assim fazem o mundo ficar mais vivo, sem contar que abre espaço pra teorias e etc, o que por si só já é daora.



Aqui vão algumas fotos ilustrando algumas das coisas que eu falei sobre, como as armas, os Taken, carros e etc.


                   
                     O revólver, primeira arma que conseguimos




   A Escopeta, só carregando duas munições. Forte, mas imprática no carregamento





                                 A minha queridinha 





                             
                             Ainda prefiro a pump-action






                     Bonitinha, né? Faz um estrago da porra






               Flarezinha, ótima pra afastar inimigos quando rodeado






 Essas são as luzes espalhadas por aí que apagam depois de um tempo. Uma mão na   roda.






                             Olha o tamanho deste caralho






                              Pra fechar, a flashbang











Aqui tão alguns carros que podemos controlar






                       Nosso primeiro encontro com um Taken





Uma concept art de um Taken do Alan Wake American's Nightmare. Quem sabe um dia uma review dele





                               Mais um filha da puta





Conceito de um urso Taken, seria uma boss fight mas não foi aprovada. Eu acho que seria foda pra caralho




Considerações Finais: 

No fim de tudo, dá pra gente concluir que Alan Wake é um jogo muito divertido e muitas vezes, bem assustador, com os sustos e momentos de tensão do jogo, como perseguições da presença escura, e até mesmo com os momentos de ação sendo divertidos, como tu metendo um tiro na boca de um Taken e ele sair voando, ou até atropelar um monte de taken e ver eles se dezimando no ar. Rag-Doll nunca vai deixar de ter graça. A história é muito bem construída, com tudo se conectando aos poucos e sendo necessário o jogador prestar atenção no que ele tá vendo, principalmente já que a puta madre do jogo termina com um cliff-hanger... mas bem, parece que logo logo a gente vai descobrir o que acontece com o Alan e esse mundo todo, já que em Outubro, mais precisamente dia 27 nós vamos ter Alan Wake 2! Rapaziada, dizer que eu tô animado é pouco, papo reto eu tô animadasso pra essa porra. Não vejo a hora de conseguir colocar as mãos no game. Mas bem, até lá, vou tentar pegar o American's Nightmare e ver o que eu tô perdendo! Sendo assim, muito obrigado por ler até aqui, e nos vemos na próxima review. Tamo junto!


Nota do jogo: 10/10



Comentários

  1. Alan Wake é uma pérola! Jogo ridiculo de divertido, me lembro de jogar ele na época e ter ficado abismado com a narrativa e as mecânicas, por mais que ele vá seguindo um certo padrão de gameplay, com o combate sendo muito divertido. Ótima review

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